Blog do José Ricardo Noronha


Tempo de Mudanças! Será?

Acabo de retornar de duas das mais fantásticas viagens da minha vida. A primeira, por mais incrível que possa parecer a trabalho, ao Havaí para a Reunião Anual de Vendas da GlobalEnglish. Do Havaí, além dos ótimos momentos com os meus amigos da GlobalEnglish do mundo inteiro, das premiações por desempenho e das fantásticas imagens colhidas ao longo da minha viagem (as quais compartilho algumas com vocês logo abaixo), trouxe histórias de um povo com uma cultura extremamente rica e profundamente orgulhoso por ter um "filho da terra" como o 44o Presidente da República dos Estados Unidos da América.
 
No dia 20 de Janeiro de 2009 às 7 horas da manhã no Havaí, Barack Hussein Obama proferiu o seu Discurso de Inauguração e deixou todos os havaianos além de orgulhosos e emocionados ainda mais esperançosos de que novos tempos estão por vir. E eu, um sujeito afortunado como já disse aqui outras vezes, assisti ao discurso no Hotel em que estava hospedado em frente à linda Praia de Waikiki!
 
O havaiano Barack Obama tem agora um dos maiores e mais espinhosos desafios de todos os tempos: o do reerguer uma economia combalida e o do reestabelecer a posição hegemônica americana no mundo, que se enfranqueceu demais ao longo dos 8 anos de comando de George W. Bush. A tarefa de reerguer uma grande economia já não é tarefa das mais simples, que o digam os inúmeros Presidentes do Banco Central e Ministros da Fazenda que tornaram a nossa vida ao longo das últimas décadas um pouco mais "desafiadora" (planos heterodoxos, novas moedas, confisco de dinheiro etc). Reerguer a economia norte-americana que inclusive serve de bússola e termômetro para todas as demais economias do mundo é tarefa ainda mais complicada.  Além disso, Obama que chegou ao posto de "homem mais importante do mundo" terá que rebolar para dar vazão à enorme expectativa positiva que o Mundo criou em torno de seu nome e de sua potencial gestão à frente dos Estados Unidos da América.
 
Mas Obama parece estar mais do que disposto e pronto a enfrentar os inúmeros desafios que têm pela frente. Criou uma grande equipe, pontuada por grandes cérebros e líderes políticos como a Senadora Hillary Clinton, que outrora apresentava-se como uma combativa concorrente à indicação à Presidência pelo Partido Democrata, brigando contra o próprio Obama. Obama escorregou também ao convocar pessoas com pepinos razoáveis especialmente relacionados ao não pagamento de impostos e ligações pouco adequadas com lobistas. No entanto, não há como negar que Obama trouxe consigo as tão propaladas ações de "Mudança", que foram o mote de toda a sua candidatura.
 
Obama vai acertar e vai errar também. Acertos e erros fazem parte de qualquer negócio, de qualquer estratégia e de qualquer gestão, seja ela pública ou privada. O que é mais importante é criar ações que dêem sustentação a uma estratégia fincada na necessidada veemente de mudança, e que as ações corretas superem as ações sem sucesso. E para isso, penso que Obama está no caminho certo.
 
A verdade é que rezo todos os dias para que Obama tenha 4 ou 8 anos verdadeiramente fantásticos à frente dos Estados Unidos da América.
 
God bless you Obama!
 
A segunda viagem que me referi acima, agora de férias na gelada Costa Leste dos Estados Unidos, foi à "Big Apple", onde celebrei os meus 10 anos de casamento com a Evelise. Uma viagem realmente fenomenal e recheada de momentos inesquecíveis para celebrar este momento singular em nossas vidas, onde Deus tem nos iluminado com inúmeras graças onde ocupam absoluto lugar de destaque, as nossas duas princesinhas!
 
Já de volta ao Brasil, e já um pouco mais desligado do noticiário local, preciso ser sincero e dizer que me deparei com o mesmo cenário de "mudanças" que vi nos Estados Unidos. Se lá, depois de 8 anos catastróficos de Bush, americanos e praticamente o mundo inteiro celebraram Obama como o novo líder americano, aqui no Brasil nós também vimos mudanças significativas e infelizmente tristes.
 
Estão de volta ao comando das Presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal os Senhores Michel Temer e José Sarney, ambos do PMDB, que é hoje (sempre foi e sempre será pelo panorama político nacional) o Partido mais importante e influente desta República sem vergonha.
 
Fico super triste ao ver que os nossos políticos, mesmo em tempos de necessidade de mudanças agudas na forma de fazer política e fomentar o desenvolvimento sócio-econômico e cultural do País, continuam a agir seguindo única e exclusivamente seus interesses particulares ou representativos de grupos específicos e com representatividade tão diminuta dos interesses públicos.
 
E o Lula, hein?? Lula continua a agir como se nada estivesse acontecendo com ele. Xinga a imprensa, diz que Obama tem um grande "abacaxi" na mão (ele não tem...), dá vazão a todos os pedidos e anseios deste PMDB exclusivamente interessado em Poder e nada interessado em promover o desenvolvimento verdadeiro do País e por último atua como grande cabo eleitoral da agora repaginada Dilma Roussef. Aliás, uma coisa que não se pode negar quando se fala em mudanças, é o tanto que Lula e toda a sua turma são chegados nas mudanças promovidas por bisturis, Botox e demais produtos estéticos que penso não serem exatamente bancados por eles mesmos.
 
Enfim, tenho absoluta convicção de que o tempo que hoje vivemos requer profundas e significativas mudanças. Mudanças na forma de atuar, mudanças na forma de se relacionar, mudanças de estratégia, mudanças... Mas mudar com Lula na Presidência, Sarney no Senado, Temer na Câmara e outros tantos como Collor, Renan, "Edmar do Castelo" etc me parece algo inviável. O que vocês acham?
 
Abraços a todos!
José Ricardo B. Noronha
Hawaii - Janeiro de 2009 - ALOHA!!
Hawaii - Janeiro de 2009
Hawaii - Janeiro de 2009 (Waimea Beach)
Hawaii - Janeiro de 2009 (Pôr do sol visto da janela do meu quarto)
Hawaii - Janeiro de 2009 (Luau havaiano!!)
NY - Janeiro/Fevereiro de 2009 (Times Square)
NY - Janeiro/Fevereiro de 2009 (Toys r us)
NY - Janeiro/Fevereiro de 2009 (Central Park)
NY - Janeiro/Fevereiro de 2009 (Metropolitan Museum)


Escrito por José Ricardo Noronha às 17h55
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GlobalEnglish é destaque na Folha de São Paulo

E a GlobalEnglish mais uma vez é destaque na mídia especializada. A Folha de São Paulo de 25/01/09 trouxe um especial sobre Cursos de Inglês no Brasil e deu grande destaque à GlobalEnglish. O nosso CEO Deepak Desai deu uma entrevista onde ressaltou a importância do Inglês no mundo globalizado.

Especialmente em tempos difíceis como o que agora enfrentamos, a melhor competência em Inglês se traduz em melhores ganhos de produtividade advindos da melhoria das habilidades de comunicação em Inglês para Negócios, que abrem portas para um mundo repleto de grandes oportunidades. E uma solução como a da GlobalEnglish apresenta-se como uma solução eficaz, escalável, mensurável e econômica, o que está 100% alinhado às expectativas de grandes empresas nacionais e multinacionais com negócios espalhados pelo mundo.

Go GlobalEnglish, Go!!!!

José Ricardo B. Noronha

INGLÊS

Fluência conta mais que bom sotaque

Empresa espera que profissional consiga realizar tarefas que vão desde redigir e-mails até negociar com os clientes

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

 

Não é conhecimento de filigranas da gramática ou sotaque de dar inveja a nativos que buscam as empresas que pedem domínio do inglês nos currículos dos profissionais. O que interessa é a fluência no idioma e a capacidade de usá-lo como instrumento de trabalho.

Isso se traduz em ser capaz de realizar tarefas como fazer apresentações, receber visitantes, negociar com clientes e fornecedores, participar de chamadas por conferência, redigir e-mails e relatórios e participar de treinamentos, segundo a Companhia de Idiomas, empresa de ensino corporativo.

"A ideia de que o importante é falar como nativo está mudando. Quem é fluente faz parte de uma mentalidade global", afirma Deepak Desai, CEO da consultoria GlobalEnglish.


Para Lúcio Sardinha, diretor da escola Up Language, há grande demanda por profissionais, de todos os níveis, que dominem o inglês. A importância de ter essa habilidade cresce conforme a relevância do cargo.

Segundo ele, um presidente precisa ter no mínimo 85% de domínio da língua, um gerente, entre 60% e 70%, e os demais, no mínimo 50%.

"Na prática, quando a pessoa não tem o idioma, como um executivo que tem que ser formador de opinião, nunca vai trazer e levar a informação como o dono do capital deseja", comenta Sardinha.

Em uma empresa, o número de funcionários que usam o inglês no dia-a-dia profissional vem crescendo. O último relatório realizado pela GlobalEnglish aponta que, de 2004 a 2007, a porcentagem de empregados que utilizavam o idioma diariamente aumentou -foi de 44% para 49% entre 10 mil respondentes de 150 empresas globais em cem países.

Dois anos de estudo

A pesquisa da GlobalEnglish também mostra que 80% das pessoas afirmam precisar de até dois anos de estudos para colocar seu inglês no nível que acham necessário.

Entre as tendências do ensino, diz Desai, estão customização, uso de instrumentos multimídia e ferramentas que auxiliem o profissional na hora de desempenhar tarefas usando o idioma. Um exemplo são programas que oferecem formatos de e-mails para diferentes situações de uso da língua.

Para Sardinha, há vários modos de aprender inglês, mas é preciso traçar e cumprir objetivos. Ele diz que nem sempre trabalhar no exterior aprimora o domínio do idioma.

"Conviver com quem tem inglês ruim não funciona, pois se aprende conversando com quem fala errado", opina. (AL)

 



Escrito por José Ricardo Noronha às 11h02
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