Inglês e Globalização: não tem perhaps!
Em um mundo cada vez mais globalizado, o incremento das habilidades de Inglês se tornou um ponto de fundamental importância para o sucesso das operações globais das grandes multinacionais e também das inúmeras empresas brasileiras em acelerado processo de internacionalização. Aliás, um dado interessante: dados da Organização Mundial do Comércio indicam que já em 2011, 70% da mão de obra das grandes multinacionais será formada por profissionais não nativos na Língua Inglesa.
Semana passada, eu e o meu amigo da GlobalEnglish Carlos Farina participamos de um Evento promovido pela Brasscom (http://www.brasscom.org.br), associação que reúne os principais players de TI e Outsourcing do Brasil, onde o tema principal era exatamente esse: como a iniciativa privada e o Poder Público podem juntos fomentar o desenvolvimento das habilidades de Inglês dos profissionais de TI brasileiros. Trata-se, sem dúvidas, de um desafio gigantesco e que se não for tratado de forma inteligente e ágil pelas nossas autoridades e principalmente pelas Empresas, se transformará em uma fonte de prejuízos para as Empresas que hoje negociam produtos e serviços globalmente.
Com a experiência que temos neste mercado, afirmo com convicção que uma solução como a da GlobalEnglish (http://www.globalenglish.com), é a única solução viável, econômica e escalável para enfrentar este problema que tem afetado diretamente os resultados de tantas empresas que esbarram na falta de Inglês do profissional brasileiro quando da tomada de decisão de onde colocar seus investimentos.
A reportagem abaixo publicada pela Revista Você S/A deste mês aborda em cheio este problema. Aliás, o artigo escrito pelo nosso CEO Deepak Desai publicado neste mês também na Talent Magazine (uma das mais importantes publicações de RH e Treinamento Corporativo do Mundo), aborda exatamente o mesmo tema:
http://www.talentmgt.com/learning_development/2008/August/699/index.php
Boa leitura e um grande abraço a todos!
José Ricardo B. Noronha
Não tem perhaps (Revista Você S/A - Edição 122 - Agosto de 2008)
A HP - e outras grandes organizações no Brasil - sofrem pela falta de profissionais com inglês fluente
Por Fabiana Corrêa
O centro de serviços da HP na Costa Rica: milhares de profissionais com inglês fluente
Nesse momento, 5 000 jovens costa-riquenhos recém-formados na área de tecnologia da informação trabalham em um centro de serviços da multinacional americana de computadores HP, que dá suporte técnico a empresas do mundo todo. É o famoso help desk, só que globalizado. Esses milhares de empregos poderiam estar no Brasil, que foi um dos países cotados para sediar esse centro quando a idéia surgiu, em 2004, e começou com menos de cem pessoas. Mas uma variável importante tirou o país da jogada. “Seria muito difícil conseguir recém- formados com fluência em inglês, uma competência que o trabalho exige”, diz o diretor de recursos humanos da HP Brasil, Jair Pianucci.
A fluência em inglês, um item elementar para qualquer profissional que aspira operar no mercado global, não é tão comum nas companhias brasileiras, mesmo entre os executivos. Na Costa Rica, um país de 4,3 milhões de pessoas, encontrar alguns milhares de trabalhadores que falam perfeitamente a língua pátria da HP é bem mais comum do que em cidades como São Paulo ou Ribeirão Preto, no interior paulista. Essas cidades são as preferidas da HP, quando a multinacional avalia a viabilidade de implantação de um centro mundial de serviços. Claro, há uma segunda variável. “A fluência em inglês encarece o profissional. Isso torna inviável a instalação de um centro no Brasil”, explica Jair. Aqui, esse profissional ganharia cerca de 1 200 dólares. Na Costa Rica, o salário cai para 600 dólares. Lá, é comum que os universitários saiam da faculdade fluentes na língua inglesa, o que já não acontece no Brasil na mesma proporção.
A multinacional alemã de tecnologia SAP acabou optando, no ano passado, por construir seu centro de serviços compartilhados na vizinha Argentina. Hoje, o local emprega mais de 50 profissionais. “O Brasil tem algumas barreiras, como custos de produção, altos impostos, infra-estrutura e, principalmente, profissionais com deficiência em inglês”, diz Álvaro Cyrino, professor de estratégia e internacionalização da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte.
A SAP Brasil também interrompeu os investimentos no seu centro de desenvolvimento de software em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. O plano era contratar 800 profissionais até o final de 2009. Nesse caso, a SAP aguarda a flexibilização do governo brasileiro com relação à contratação de profissionais de TI.
SÓ 10% FALA
A mesma história se repete em outras empresas. A Tata, multinacional indiana, sofreu há dois anos ao montar seu escritório aqui no Brasil porque não encontrava gente qualificada o suficiente para se comunicar em inglês com o resto do mundo. E a alemã Siemens está com vagas abertas há alguns meses em sua sede brasileira por falta de profi ssionais fluentes no idioma. “Dos executivos com quem eu me relaciono, apenas 10% realmente têm inglês de bom nível”, diz Saulo Lerner, consultor da Right Management, empresa de gestão de carreira e recolocação de São Paulo.
Por bom nível, entenda-se que não apenas comunique-se basicamente, mas que seja capaz de falar sobre negócios e outros assuntos com nativos de países de língua inglesa. A falta do idioma fica mais crítica na hora da contratação. “Quem já está em uma empresa e precisa se comunicar até se vira. Mas quem precisa ser contratado e não fala está fora do processo seletivo”, diz Saulo. Depois de algumas experiências ruins, a HP resolveu instituir testes técnicos para fazer suas contratações.
Hoje, quando decide por um profissional, faz testes de inglês, redação e lógica. “A formação no Brasil é tão fraca que muitas pessoas não conseguem redigir um bom e-mail”, diz Jair. Como conseqüência, o país continua fora do radar de grandes multinacionais como a HP quando o assunto é a instalação de escritórios de serviços de tecnologia. E muitos profissionais perdem a chance de evoluir na carreira por causa de um conhecimento que hoje, em um mundo globalizado, é essencial.
Escrito por José Ricardo Noronha às 09h26
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Ser Pai...
Vivi hoje um dos dias mais felizes e intensos da minha vida! Toda esta felicidade e intensidade foram provocados por estes dois grandes presentes que Deus deu a mim e à minha Esposa: as nossas duas princesas. Dois seres puros de coração e que chegaram a este mundo para completar a nossa vida, para iluminar os nossos caminhos, para encher nossos corações de paz e coragem, para nos fazer crescer como seres humanos que se doam de coração, corpo e alma e para entendermos a grandiosidade da paternidade, um dom realmente divino.
Ao longo de todo o dia refleti muito sobre a paternidade, pois como filho sempre enxerguei em meu Pai a figura do herói máximo e a figura do grande exemplo a ser seguido por todo o sempre. Ao refletir sobre isso, e acima de tudo lembrar-me com tanto amor e saudade dos inúmeros ensinamentos deixados por meu Pai, lembrei-me que hoje eu e a Evelise somos as grandes referências para as nossas duas filhas. Trata-se sem dúvidas de um desafio e tanto, pois mesmo com referências excepcionais como as que tivemos de nossas famílias, não temos como assegurar que seremos bons Pais. Por isso mesmo, a nobre tarefa de ser Pai e Mãe é tão fascinante, pois cada dia de nossas vidas se traduz em uma nova oportunidade para transmitirmos valores, princípios e principalmente novas e reiteradas provas de amor, dedicação e carinho.
Pensei e rezei bastante hoje para os meus inúmeros amigos que, como eu, também receberam de Deus o dom da paternidade. Mas, devo confessar que ao me preparar para ligar para cada um deles, deparei-me com a certeza de que a despeito das minhas melhores intenções eu não conseguiria alcançar a todos como o meu abraço fraterno e emocionado. Sim, emocionado, pois hoje eu chorei desde a hora que acordei até agora, quando escrevo este texto onde tento traduzir sentimentos e transferí-los para a página toda branca e que sempre me desafia a preenchê-la com palavras que transmitam com eficiência e verdade as mensagens que tanto interesse tenho em compartilhar com você meus irmãos.
Emoções imensas em um dia intenso, onde sentimentos tão fascinantes como carinho, amor e gratidão misturam-se a outros tão nobres quanto como a saudade imensa do meu querido Papai. Emoções que se tornam ainda maiores quando vemos os olhos brilhando dos nossos filhos vindo nos abraçar, beijar e desejar "Feliz Dia dos Pais"! Beijos, abraços e mimos que trazem consigo olhares afetuosos e singelos e que são capazes de nos levar a nocaute em questão de segundos.
Por tudo isso e muito mais, decidi prestar uma homenagem a todos os Papais amigos, os quais com muita satisfação, gratidão e orgulho eu tenho a graça de conviver, aprender e dividir alegrias e tristezas. Papais amigos, Feliz Dias dos Pais. Espero que o Dia de vocês tenha sido fantástico e iluminado, do início ao fim, assim como está sendo o meu.
Ser pai é uma dádiva de Deus! Ser pai é um dom divino! Ser Pai é algo indescritível!
Obrigado a Deus pela confiança e às minhas filhas e à Evelise pelo Dia inesquecível que vocês prepararam para mim! Vocês são a razão da minha existência!
Um grande beijo em todos os meus grandes amigos! Feliz Dia dos Pais!!!
José Ricardo B. Noronha
Escrito por José Ricardo Noronha às 20h30
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