Blog do José Ricardo Noronha


How to Build a Leader?

"Guerra por talentos", "escassez de talentos", "desenvolvimento de talentos", "retenção de talentos", "talent shortage" ... Imagino que, diante de um mundo marcado pela incrível celeridade com que as mudanças acontecem, todos nós já tenhamos nos deparado recentemente com alguma ou algumas das expressões acima. Sim, não há como discordar que na "Era do Conhecimento", todas as ações e estratégias bem sucedidas das melhores, mais competentes e de melhores resultados empresas do Brasil e do mundo estejam tão umbilicalmente ligadas à sua competência em atrair, reter e desenvolver os grandes talentos que serão os grandes responsáveis pelo sucesso, longevidade e sustentabilidade dos mais diversos negócios.
 
A Revista Fortune (que agora sou assinante através do fantástico e-reader Kindle) acaba de publicar uma reportagem super interessante que fala exatamente das melhores práticas na formação e construção de grandes líderes ("How to build great leaders" - link abaixo para a reportagem). Dentre os inúmeros pontos que me chamaram a atenção, um merece absoluto destaque: o da inclusão da Natura no seleto grupo das "25 top companies for leaders", o que somente corrobora com a percepção que eu já tinha de que esta empresa que traz em seu DNA componentes tão essenciais no mundo contemporâneo como responsabilidade sócio-ambiental e inovação é de fato uma empresa diferenciada. E esta diferenciação foi obtida em muito pelo brilhantismo, empreendedorismo e competência de seus três fundadores, que cientes da necessidade de se criar uma empresa 100% profissional desenvolveram uma estratégia de gestão e desenvolvimento de pessoas que produziu além dos excelentes produtos (sou fã mesmo!) líderes super competentes e verdadeiramente comprometidos com os princípios e valores da Empresa.
 
Outro ponto que me chamou bastante a atenção foi o do incremento do fluxo de líderes pelos mais diversos países, pelas mais diferentes culturas e pelas mais distintas atribuições profissionais possíveis. Este fluxo, que penso tende a ser cada vez maior no mundo cada vez mais plano que vivemos, não por acaso está intimamente ligado às expectativas dos jovens da geração Y (muitos deles já ocupando cargos de liderança) que não são mais simplesmente motivados por fazer "carreira" em uma única empresa, mas sim pela possibilidade real de construírem uma carreira cheia de desafios, novas oportunidades e reais chances de participar ativamente do sucesso das empresas ($) que eles representam, valendo citar que muitas empresas conseguem reter seus talentos dando a eles a oportunidade de navegarem pelas mais diversas áreas possíveis.
 
Neste cenário, empresas como as "Top 25" incluídas na referida lista, tem um desafio ainda maior pois são em sua grande maioria empresas gigantescas (as 25 empresas aqui citadas empregam juntas quase 4.000.000 de profissionais, o que representa uma média de 160.000 funcionários por empresa!). E qual é a mágica por trás disso tudo? Estratégias de recursos humanos, desenvolvimento, gestão e treinamento que privilegiam a formação de uma força de trabalho altamente competente e com inúmeras oportunidades reais de crescimento vertical e horizontal. Tem mais? Sim, tem muito mais. Tem o algo único que somente as grandes e melhores empresas conhecem que é o que as torna peculiares, únicas e verdadeiramente atraentes para um mundo ainda repleto de talentos. O que é este algo único? Cultura, valores e princípios claramente definidos e praticados que moldam de forma direta e indireta as estratégias, ações, projetos e porque não dizer os sonhos de todos os seus colaboradores.
 
Aliás, muito embora somente a Natura figure na referida lista, temos uma série de outras empresas que tem se tornado cada vez mais globalizadas em virtude da incrível competência de seus líderes que conseguiram levar mundo afora os modelos de gestão que as fizeram líderes aqui e que hoje as fazem líderes globais (exemplo claro aqui é a AmBev).
 
Para finalizar, eu reforço a minha crença no excepcional talento do profissional brasileiro, que traz em seu DNA, componentes tão essenciais ao mundo corporativo moderno: resiliência, empreendedorismo, coragem e criatividade dentre outros inúmeros traços que tenho certeza nos permitirão "construir" grandes empresas líderes globais e inúmeros líderes globais que farão sempre a diferença, pois se tem algo que o brasileiro sabe fazer bem feito é "fazer a diferença".
 
Um grande abraço a todos!
 
José Ricardo B. Noronha
 
O link para a reportagem completa da reportagem da Fortune está abaixo:
 


Escrito por José Ricardo Noronha às 07h20
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O Tempo e a Saudade

O Tempo. Este componente que funde passado, presente e futuro e que nos acompanha no curso de toda a nossa vida. O Tempo que passa a fazer parte da nossa história desde o momento que nascemos até o dia da nossa despedida desta fascinante e infelizmente curta jornada aqui na Terra. O mesmo Tempo que nos brinda com inúmeras conquistas ao longo da vida, como os primeiros passos, o primeiro beijo, o encontro com a pessoa amada, o casamento, o nascimento dos filhos, as conquistas profissionais e pessoais é também o Tempo que traz consigo as inevitáveis perdas, os dias, meses e infelizmente aqueles anos que muitas vezes simplesmente queremos deletar de nossas vidas. Mas o Tempo é sábio e faz com compreendamos que a beleza da vida está exatamente na plena vivência do nosso Tempo aqui na Terra em sua plenitude, onde momentos bons e ruins se fundem formando enfim a nossa história, que é singular, única e sempre extraordinária.
 
E o Tempo carrega consigo outro componente tão intenso, presente e importante quanto ele próprio: a Saudade! Sim, a incrível e incontrolável velocidade que o Tempo teima em correr e fluir, nos faz ter Saudade de tudo aquilo de bom que já vivemos em nossas vidas. E o dia de amanhã (05/11) é um destes dias em que Tempo e Saudade se misturam, pois se de um lado eu sou obrigado a lembrar que há exatos 6 anos eu tive que me despedir do meu querido Papai, de outro eu sou bombardeado pela incrível Saudade que eu ainda sinto dele! Sim, o Tempo às vezes é cruel, mas penso ser a Saudade um sentimento super positivo, pois ele mantém viva a chama do amor e dos super positivos momentos que vivemos ao lado daqueles que fizeram, fazem e sempre farão parte da nossa História.
 
E curiosamente, Tempo e Saudade em muitas vezes andam em direções diametralmente opostas, pois se de um lado com o correr dos anos a data da despedida do meu Pai nesta Terra dos Homens torna-se mais distante, do outro a Saudade que sinto dele parece só aumentar a cada ano que passa. Equação interessante e que comprova que Tempo e Saudade estão tão profundamente ligados.
 
Papai: sei que o Sr. está comigo o Tempo todo e assim para sempre será! Aliás, é legal lhe informar que o nosso Querido Tricolor Paulista mais uma vez é fortíssimo candidato ao Título Brasileiro. Se formos campeões, será mais um feito inédito deste fantástico Time que sempre me faz lembrar com enorme Saudade dos inesquecíveis momentos que vivemos juntos.
 
A despeito do Tempo que teima em correr em velocidade muito mais acelerada do que a que imaginávamos lá na nossa mais tenra infância (onde ingenuamente queríamos nos tornar adultos o mais rapidamente possível), a Saudade que sempre terei do Sr. será um dos mais importantes sentimentos que me farão crescer, prosperar, me fortalecer diante das dificuldades e inevitáveis perdas e levar comigo os incontáveis princípios e valores que absorvi do Senhor e ainda absorvo da Mamãe.
 
Vamos São Paulo, Vamos São Paulo, Vamos ser Campeões!!
 
José Ricardo B. Noronha


Escrito por José Ricardo Noronha às 21h08
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Educação e Competitividade no Brasil

"For companies vying for space in the highly competitive world market, access to a workforce fully able to operate in an increasingly collaborative and networked business environment is crucial. But the skills gaps that exist in Latin America undermine the competitiveness of the region’s firms."
 
A análise acima foi retirada de um estudo que acaba de ser publicado pela Economist Intelligence Unit, com o patrocínio da Dell e da FedEx. Trata-se de um estudo que mostra de forma absolutamente clara que a falta de uma educação de qualidade no Brasil (e também nos demais países da América Latina) trará impactos negativos na nossa capacidade de competir globalmente.
 
O mundo cada vez mais globalizado e conectado que vivemos se traduz na prática na busca de profissionais cada vez mais completos, competentes, resilientes, ágeis e aptos a acompanhar o ritmo frenético de mudanças onde agilidade, baixo custo e flexibilidade são componentes mais do que essenciais para que eles e todos nós possamos prosperar.
 
No entanto, os dados colhidos neste Estudo mostram que os alunos recém saídos da graduação chegam ao mercado despreparados para as demandas já acima citadas. Além disso, o estudo identificou que estes jovens carecem tanto das "hard skills", que se configuram no conhecimento técnico e intelectual atual e que são tipicamente quantificáveis e mensuráveis, quanto das "soft skills", que são as boas habilidades de relacionamento, pensamento crítico, negociação, colaboração em ambientes culturamente diversos, liderança e capacidade de resolução de problemas dentre outras.  
 
Se em economias também em desenvolvimento, como a Coréia do Sul que já tem uma média de quase 12 anos de educação formal para a população de 15 anos acima, a média no Brasil ainda está abaixo dos 5 anos, o que é um índice que nos coloca abaixo da média da América Latina , da China e do México e que mostra o tamanho do "gap educacional" que temos que cobrir.  
 
Se cruzarmos os dados deste estudo da EIU com os dados da Pesquisa Anual "A Contratação, a demissão e a carreira dos Executivos Brasileiros" realizada anualmente pela Catho, iremos nos deparar com outro dado alarmante: o baixo nível de fluência de Inglês do Executivo Brasileiro (apenas 24,5% dos executivos brasileiros falam Inglês). Ou seja, se de um lado temos jovens recém graduados que chegam ao mercado de trabalho sem dominar competências essenciais para o concorrido mercado de trabalho, temos de outro profisssionais já bem colocados e estabelecidos que sequer dominam o Idioma que domina a cena no mercado global: o Inglês.
 
Diante destes dois cenários descritos, as empresas privadas passam a ter uma "responsabilidade" ainda maior no processo, pois a sua longevidade, sustentabilidade e o seu sucesso no médio e longo prazos dependem fundamentalmente da qualidade e competência da sua mão de obra (que é hoje o "asset" mais valioso na Era do Conhecimento). Aliás, não quero aqui entrar no mérito e nem polemizar acerca da discussão se a empresa precisa ou não investir nos "gaps" percebidos em suas forças de trabalho (em especial aos jovens recém graduados), visto ser esta originalmente uma responsabilidade do Estado.
 
Penso que a questão vai muito além do "precisar" e se concentra essencialmente no "dever", pois como já disse antes, a capacidade de prosperar de toda e qualquer empresa no longo prazo está intimamente ligada ao quanto a sua força de trabalho está verdadeiramente pronta para competir local e globalmente. Desta forma, a iniciativa privada deve sim se envolver diretamente na questão de oferecer uma educação de qualidade aos seus funcionários. No entanto, penso que este não pode ser um processo onde a Empresa simplesmente adota uma postura que aqui chamarei de "maternal" (que ainda é percebida em um número bastante elevado de grandes empresas brasileiras) que se caracteriza na oferta pura e simples de uma série de "benefícios" como auxílio à gradução, MBAs, Inglês etc.
 
Penso que a Empresa deve adotar uma postura de "parceira" dos seus funcionários no que diz respeito ao preenchimento dos gaps de competências percebidos e que este processo tem como grande driver a construção de uma política de auto-desenvolvimento, onde a Empresa oferece sim o acesso às soluções de educação que de fato tenham relevância à sua existência, mas onde as responsabilidades pelo Estudo e por transformar estes novos conhecimentos em maior produtividade ficam com o funcionário (é uma relação de contrapartida).  Em tempos onde os funcionários são constantemente provocados em inovar e empreender, a postura "parceira" que aqui me refiro permite uma visão muito mais ampla do que a simples oferta de "benefícios", que na prática quase nunca se transformam em novas competências que irão agregar valor à Empresa.
 
Enfim, penso que a iniciativa privada não só "precisa" como "deve" investir vigorosamente em programas de educação formal e de treinamento corporativo que irão lhes permitir melhorar o nível de competência e as habilidades "hard" e "soft" de seus funcionários. Fazendo isso, todos se beneficiam: as empresas que se tornam mais competitivas, os funcionários que se tornam mais competentes e valorizados e o País que evolui no item mais essencial para o seu crescimento sustentável: Educação!
 
Aliás, a o mesmo Estudo da Economist Intelligence Unit mostra que o e-Learning é cada vez mais e melhor aceito e é apontado como uma das três principais tendências na graduação nos próximos 5 anos, o que também serve para ajudar a desmistificar a idéia de que o Brasileiro é ainda refratário ao conceito de e-Learning.
 
Enfim, como grande entusiasta da Educação e como profissional do mercado de Educação a Distância há 10 anos, penso que posso dar uma pequena (mas muito importante!) contribuição para incrementar a produtividade e a competitividade das Empresas nacionais e das multinacionais aqui instaladas e para melhorar o nosso tão querido Brasil através do poder transformador da Educação.
 
By the way, do you speak English??
 
Best regards,
 
José Ricardo B. Noronha
 
P.S.: O Estudo da Economist Intelligence Unit está disponível no link: http://tinyurl.com/ykbqfwf


Escrito por José Ricardo Noronha às 21h38
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Tendências para Treinamento Corporativo em 2010

A grave crise econômica que assolou o mundo parece perder força a cada dia que passa. E o Brasil, que como tanto já se falou aproveitou-se do fato de ser um dos últimos países a efetivamente entrar em crise para ser um dos primeiros a sair dela, poderá usufruir de fato das vantagens e benefícios de ter sofrido menos abalos estruturais do que outras tantas economias já estabelecidas. E para um povo já tão otimista, esperançoso e talentoso como o brasileiro, isso serve como um estímulo ainda maior para prosperarmos em 2010, 2011, 2012 ...
 
Aliás, esta mesma crise que tanto assombrou o mundo serviu também para moldar novos tipos de comportamento empresarial e também novos desafios para os anos que seguem. Diante disso e baseado em uma série de análises e pesquisas de mercado, eu me atrevo a traçar uma breve análise sobre as tendências e o panorama de Treinamento Corporativo no Brasil em 2010:
  • Segundo um estudo da Consultoria Mercer, 66% das empresas norte-americanas consultadas apontaram o rígido controle de custos como o principal driver para as decisões relacionadas às suas forças de trabalho para o ano de 2010. Penso que este mesmo comportamento será percebido aqui no Brasil, pois mesmo diante de dados que apontam para uma rápida, consistente e sustentável recuperação econômica, as empresas brasileiras ainda estarão muito criteriosas especialmente em relação aos seus orçamentos para Treinamento;
  • "Do more with less". A despeito do crescente otimismo sobre a retomada da economia e do vigoroso crescimento do PIB que se espera em 2010, "fazer mais com menos" será o nome do jogo em 2010 também! E isso impacta diretamente na área de Treinamento, que exatamente por se configurar como uma área de apoio às atividades primárias ("core") das Empresas, foi uma das primeiras a ter seus budgets se não congelados, em muito reduzidos para fazer face à crise financeira que provocou danos significativos aos orçamentos aprovados em 2008 e que em grande parte tiveram que ser revisados para baixo ao longo de 2009;
  • Outra tendência inexorável para o ano de 2010 é a que se refere à oferta de melhores e reais oportunidades de crescimento profisssional, visto que boas negociações salariais ainda estarão bastante prejudicadas em virtude do "approach" mais diligente das empresas com relação aos seus custos. Ou seja, a oferta de novos e fascinantes desafios profissionais será ação importante para a fidelização e retenção em especial dos "top talents" das Empresas;
  • Os grandes eventos esportivos que abrigaremos ainda nesta década acelerarão drasticamente a demanda por treinamento de qualidade e focado em habilidades específicas. Se por um lado, podemos esperar uma melhoria significativa na infraestrutura do País que abrigará a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos no Rio em 2016 (o que abre excepcionais oportunidades de investimentos para empresas nacionais e internacionais das mais diferentes indústrias), o mesmo podemos esperar do crescimento da demanda por treinamento corporativo das mais diversas e variadas necessidades, que propiciará às empresas nacionais e também às multinacionais aqui instaladas de aproveitarem-se bem do enorme fluxo de investimentos que o País absorverá nos próximos anos. Penso que além de melhores habilidades de Inglês, outras habilidades requeridas e valorizadas serão as diretamente relacionadas ao melhor entendimento das mais diversas culturas do mundo (de nada basta um excelente nível de Inglês se componentes essenciais da cultura de negócios dos principais países do mundo são negligenciadas nas negociações e relacionamentos inter-culturais);
  • A globalização continuará a provocar efeitos muito positivos no País, o que impactará positivamente no aumento do número de profissionais estudando Inglês. Diante do crescimento de empresas nacionais em aceleradíssimo processo de internacionalização (leia-se Embraer, Gerdau, JBS-Friboi, Odebrecht, Petrobras, Vale e Votorantim dentre tantas outras), a busca por ferramentas que permitam o incremento nas habilidades de Inglês de Negócios para um grande número de profissionais continuará elevada;
  • Aliás, um recente estudo publicado pela Fundação Dom Cabral e pela KPMG mostra dados super positivos sobre as Transnacionais Brasileiras, e que os seus investimentos nos Exterior cresceram mesmo diante da grave crise mundial. Isso demonstra a competência do empresariado brasileiro e também o enorme potencial que outras tantas empresas nacionais ainda não exploraram adequadamente no Exterior, muitas vezes pela simples falta de um bom nível de competência de Inglês de Negócios das suas forças de trabalho;
  • Diante de tudo isso, penso que as empresas continuarão a buscar novas e inteligentes ferramentas que se encaixem dentro deste novo perfil. E é aqui que a Educação a Distância continua a se encaixar como uma excelente solução exatamente pela flexibilidade e conveniência (componentes tão valorizados em um mundo cada vez competitivo e que se traduz na prática em jornadas de trabalho cada vez maiores), baixo custo e pela sua crescente e mensurável eficácia.
Enfim, seja em tempos mais desafiadores, como os que ainda enfrentamos, ou em tempos de maior bonança internacional, como os que vislumbramos para os próximos anos, a boa capacitação e as boas soluções de treinamento corporativo continuarão a ser elementos importantíssimos na cadeia de valor de formação de empresas brasileiras e multinacionais que desejam acompanhar o intenso ritmo de investimentos e de crescimento econômico que todos esperamos para os anos seguintes.
 
Não tenho dúvidas de que o Povo brasileiro é extremamente talentoso. No entanto, penso também que todo e qualquer talento pode, precisa e deve ser sempre aprimorado. E este aprimoramento passa pelo desafio dos Departamentos de RH e Treinamento de buscar soluções cada vez mais eficazes, completas e econômicas ("do more with less") para o melhor desenvolvimento de suas forças de trabalho. O mestre Stephen Covey ("Os 7 Hábitos...") diz que é preciso "sharpen the saw" (quanto mais afiada estiver a nossa serra, mais rápido ela cortará) e eu modestamente concordo 100% com ele.
 
Temos desafios enormes pela frente e o quão mais bem preparados estivermos, melhores serão os resultados para todos: para nós, para nossas Empresas e para o nosso País!!
 
Go Brazil, Go!!!!
 
José Ricardo B. Noronha


Escrito por José Ricardo Noronha às 11h23
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Um mundo de magia!!

Acabo de voltar de duas deliciosas semanas de férias na Disney com toda a minha tropinha feminina. Foram dias marcados por emoções indescritíveis e lembranças fantásticas que certamente irão durar para sempre. Há muito eu não visitava Orlando e mais uma vez fiquei absurdamente impressionado com a beleza, com a organização e principalmente com o excepcional nível de serviços que é prestado em especial nos 6 Parques que compõem o completo Disney em Orlando (Magic Kingdom, Epcot Center, Hollywood Studios, Animal Kingdom, Blizzard Beach e Typhoon Lagoon).
 
As lágrimas da Evelise ao chegar ao Magic Kingdom no primeiro dia da nossa fantástica jornada à Disney e as das minhas filhas ao se despedirem deste mesmo Parque no último dia de nossa viagem, permeadas pelas outras inúmeras vezes que vimos as volumosas lágrimas insistirem em molhar os nossos já suados rostos, certamente formaram o pano de fundo de uma experiência única e que nos fez ainda que informalmente nos tornarmos a partir de agora "embaixadores da Disney" junto aos nossos amigos.
 
E diante deste turbilhão de emoções, pensei que os olhinhos brilhando e lacrimejando o tempo todo tinham de ter uma explicação contundente por trás.
 
E como um  bom caipira metido a besta, eu aproveitei esta oportunidade ímpar em minha vida para explorar um pouco mais os fatores de sucesso que fazem parte deste mundo mágico que teve sua criação iniciada há quase 100 anos por um gênio chamado Walt Disney, que foi o responsável pela criação de alguns desenhos que até hoje dominam o imaginário infantil e porque não dizer o imaginário de milhões de "crianças crescidas", dentre as quais o blogueiro caipira se inclui.
 
Criar um mundo mágico definitivamente não é tarefa fácil. Requer além de vultosos investimentos outros componentes chave como liderança, criatividade, inovação, talento, motivação, treinamento constante e acima de tudo um componente chave em qualquer organização e na minha visão em qualquer nação: a Paixão!!!
 
Durante as duas semanas que lá fiquei tentei conversar com uma série de funcionários da Disney buscando ainda de que forma superficial entender um pouco mais sobre o que rola "behind the scenes" na construção deste mundo mágico que atrai anualmente milhões e milhões de pessoas e famílias do mundo inteiro aos Parques da Disney e que movimenta bilhões de dólares através dos milhares de produtos e serviços licenciados sob a marca Disney. Aliás, vale aqui ressaltar que a "pesquisa" que aqui me refiro foi feita sem qualquer metodologia oficial, lembrando que eu estava lá de férias com a minha família e que como um fã ardoroso do Mickey, Pato Donald e de todos os outros muitos personagens Disney, se sentiu profundamente interessado em investigar melhor este fascinante mundo de magia que literalmente nos faz chorar de emoção e alegria o tempo todo.
 
Dentre os inúmeros pontos que ouvi dos funcionários que falei (muitos brasileiros alías), percebi alguns que são verdadeiramente importantes:
  • Treinamentos constantes e os mais diversos possíveis;
  • Reais oportunidades de carreira para os funcionários talentosos, que aliás seguem um modelo de desenvolvimento profissional que lembra o do McDonalds, que requer que todos os funcionários tenham as mais diversas e simples experiências até chegarem aos tão sonhados cargos executivos (para se ter uma idéia duas das meninas que trabalham no salão de beleza da Disney - o Bibbidi Bobbidi - e que tiveram a incumbência de transformar minhas princesinhas na Branca de Neve e na Bela estão neste momento uma em um mestrado e outra em um doutorado em suas respectivas áreas);
  • Um desejo claro de servir (o sorriso verdadeiro, legítimo e farto dos milhares e milhares de funcionários da Disney);
  • E acima de tudo, o senso de pertencer e fazer parte a um mundo de magia e encantamento (isso não tem preço e definitivamente não é conseguido somente através de bons salários).
Trata-se sem sombra de dúvidas de uma fórmula de grande sucesso e que defitivamente atinge e supera sempre com maestria seus objetivos!
 
E eu com a minha família espero lá poder voltar outras inúmeras vezes para sentir este gosto inexplicável de se sentir criança novamente!
 
Um grande abraço a todos!
 
José Ricardo B. Noronha
 
Disney 2009
Disney 2009
 
Disney 2009
Disney 2009
Disney 2009
Disney 2009
Disney 2009
Disney 2009


Escrito por José Ricardo Noronha às 22h24
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Carta aberta ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva

Carta aberta ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva,
 
Como cidadão de bem, pagador de impostos e consciente de seus direitos e deveres venho aqui publicamente responder às duras críticas que foram dirigidas a mim e a outros tantos brasileiros que hoje se enquadram na categoria de imbecis e ignorantes aos quais o Senhor, com a elegância e intelecto privilegiado que lhe são característicos, se dirigiu na última sexta-feira (31/07/2009).
 
Aliás, é importante que se assevere desde o início desta missiva, que o cidadão que a Vossa Excelência se dirige, é sim crítico contumaz não apenas das suas nefastas e enganosas políticas e práticas assistencialistas, dentre as quais pontua o "Bolsa Família", que é sem sombra de dúvidas o seu grande vertedouro de votos que lhe garante uma inquestionável e legítima popularidade, como também da sua própria figura, que a meu ver representa tudo o que de ruim e retrógrado um homem público pode representar à sua nação.
 
Como o Senhor tão bem conhece e propala com a habilidade e retórica que lhe são tão peculiares, o Brasil é ainda um País pobre, onde milhões e milhões de pessoas vivem à margem da Sociedade e que precisam sim ter o suporte e apoio do Poder Público. No entanto, não se pode nem se deve confundir necessidade com oportunidade, principalmente do ponto de vista político. Não há como negar a profunda necessidade de se fomentar uma sociedade mais justa, com salários dignos e serviços públicos coerentes com a incrível carga tributária que hoje asfixia principalmente a classe média e os assalariados, categorias que hoje congregam a grande maioria dos imbecis e ignorantes aos quais o Senhor se dirigiu na última sexta-feira.
 
No entanto, não é justo e nem ético se apoderar da profunda simplicidade, e que é hoje turbinada por uma educação de baixíssima qualidade, de um povo tão sofrido quanto o é o brasileiro e transformá-la em uma oportunidade para colocar em prática um plano sórdido de poder, que tem por único e claro objetivo a perpetuação de um tipo de poder e de comando que já tão bem conhecemos onde os mesmos coronéis, que se mantém vivos e fortes no Poder agora em conjunto com a classe emergente de uma pseudo-esquerda que penso sequer teve a oportunidade e o genuíno interesse de ampliar seus conhecimentos acerca dos grandes nomes do Socialismo como Marx, Lenin e Stálin, dentre outros.
 
O Estado precisa sim, Senhor Presidente, intervir na sociedade. Aliás, é na sua forma de intervir que se encontra a minha maior e mais consistente crítica ao seu Governo e à sua forma de fazer Política. Penso que "dar por dar" nunca é bom! E dar R$ 85,00 mensais a milhões e milhões de famílias não ajuda em absolutamente nada. Disso tenho certeza, convicção!! Faz-se necessário que hajam contrapartidas e que acima de tudo hajam mecanismos que façam com que o nosso tão suado dinheiro faça de fato diferença positiva na vida destes milhões de miseráveis que hoje servem de massa de manobra à Vossa Excelência e todo o seu bando ainda comandado pelo seu comparsa Zé Dirceu.
 
Não se pode de forma alguma simplesmente criar mais uma das suas tantas falácias ao afirmar que são imbecis e ignorantes aqueles que dizem que "o bolsa-família deixa as pessoas preguiçosas porque quem recebe bolsa-família não quer mais trabalhar" (sic). Ora, Senhor Presidente, este é sim o seu grande objetivo, o de criar uma incrível massa de miseráveis que dê suporte aos devaneios e sonhos prá lá de heteredoxos do Senhor, seus filhos "Ronaldinhos" e de toda a sua quadrilha que ainda teima em nos enganar o tempo todo defendendo os indefensáveis (Sarney, Renan, Collor etc) e vendendo aquilo que ainda nem sequer existe (PAC).
 
É crucial, Senhor Presidente, que o dinheiro que o Senhor nos arranca sem dó e nem piedade na forma de impostos, seja a mola propulsora da criação de uma sociedade mais justa e equilibrada e que precisa ter na Educação de boa qualidade o seu grande e mais profundo alicerce. E isso só se faz com investimentos consistentes, verdadeiros e tangíveis em Educação, Saúde, Segurança etc, pois caso contrário os R$ 85,00 que o Senhor outorgou como o custo do voto do cidadão miserável do Brasil, aí sim se transformem em esmola! 
 
Somos de fato Senhor Presidente todos imbecis e ignorantes. Não me resta mais dúvida alguma sequer relacionada a este tópico específico. Ou, como podemos caracterizar um povo que elege, aplaude, reelege e dá inacreditáveis 80% de aprovação a um Presidente como o Senhor?
 
Atenciosamente,
 
José Ricardo B. Noronha


Escrito por José Ricardo Noronha às 21h04
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Tá estressado?? Vai Pescar!!!

No dia em que celebramos o "Dia do Amigo", eu vou render mais uma homenagem aos meus inúmeros e mais que estimados amigos que realmente moram em meu coração. Peço que desde já todos se sintam aqui abraçados!
 
Aliás, o tema "Amizade" tem se tornado cada vez mais frequente neste Blog. E assim o será, pois penso que a felicidade do homem passa por inúmeros sentimentos positivos como amor, paixão, adoração e respeito a Deus e Amizade.
 
E a data de hoje não poderia ser mais apropriada, pois passei o final de semana todo ao lado de grandes amigos que fizeram, fazem e sempre farão parte da construção da minha história de vida. Foi um final de semana recheado de boas risadas, de comida farta e saborosa, de muita bebida e acima de tudo de muita confraternização. O cenário de fundo foi o Rio Paraná, que com suas belíssimas imagens e exuberante natureza formaram a combinação ideal para um encontro fraterno e até emocionado de amigos que se gostam e que infelizmente às custas da vida corrida não podem e não mais conseguem se ver com tanta frequência.
 
Como um caipira que sou, sempre prestei muita atenção às inúmeras e peculiares frases de caminhão que rodam este chão abençoado chamado Brasil. E uma das frases que sempre me chamaram muita atenção foi uma que faz alusão ao Stress que domina principalmente as grandes capitais como São Paulo: "Tá estressado? Vai pescar!!". E eu sempre pensava que de fato a paixão pela pesca em muito se contrapõe ao desejo quase que inconsciente que vemos dominar as grandes metrópoles, onde todos parecem e porque não dizer precisam parecer sempre ocupados, atrasados e estressados. A Pesca definitivamente é a antítese do mundo corrido e desgastante que temos. Desta forma, aquele frase sempre atraía a minha atenção, pois eu enxergava nela a potencial válvula de escape que todos nós precisamos para de vez em quando "desligar do mundo".
 
No entanto, eu tinha um grande problema. A minha habilidade para a pescaria estava até então restrita às Festas Juninas onde quase todo ano ajudo as minhas filhas a pescarem aqueles peixinhos plásticos coloridos que depois se transformam em prêmios. Eis que sou convidado por um grande amigo (Grande em todos os aspectos!), o Poiano, para uma "excursão" ao Rio Paraná, onde eu e mais um grupo de 13 amigos seríamos oficialmente "apresentados" a um dos rios mais caudalosos e lindos deste País.
 
Desde o início eu já imaginava que pelo naipe dos "pescadores" escalados para a nossa 1a turnê pelo Paranazão que a Pescaria em si seria apenas um subterfúgio para nos reunirmos e ao longo de 3 dias (que voaram como o vento) nos esbaldarmos de comida, bebida, risadas e de grandes e inesquecíveis momentos.
 
No entanto, até para sentir um pouco o gosto de ser pescador ainda que por um final de semana que seja, já com o alvará da Patroa em mãos para 3 dias de farra lá fui eu rumo ao Paranazão, devidamente municiado de uma bela caixa refratária para trazer de volta para SP os suculentos peixes que dominam aquela região. Ao chegar no Rancho do Poiano já veio a primeira constatação acerca da ignorância psicultora do caipira metido a cronista. No Paraná só podem pescar pescadores devidamente registrados. Já ciente de que a falta de documentação me impediria de encher o meu isopor, veio a pá de cal. O tempo de pescaria médio em um dia no Paraná é de 8 horas, ou seja, acorda-se muito cedo e gasta-se o dia todo no Rio à espera das fisgadas que mais tarde se transformam em histórias deliciosas e muitas vezes um pouco exageradas "de pescador".
 
Enfim, logo na minha chegada, já pude perceber que a "pescaria" ficaria restrita aos dois amigos lá presentes que dominavam esta habilidade específica (o seu Zé Poiano e o Xan). Os demais 12 componentes da comitiva se enquadravam exatamente na minha categoria: daqueles que rodaram algo em torno de 600 a 700 quilômetros em busca exclusivamente de momentos inesquecíveis ao lado de grandes amigos.
 
O "Rancho Boa Vista" que entra agora para o rol das viagens inesquecíveis de um grande grupo de amigos, fica exatamente à margem do Rio Paraná. Com imagens literalmente de tirar o fôlego (vejam algumas fotos abaixo), optamos por tranformar as margens do Paranazão no nosso "Oceano Mediterrâneo" (coisas de caipiras metidos a besta!), onde a partir de 6a feira veríamos a vida passar regada a muitas risadas e momentos indescritíveis. E assim o foi até Domingo!
 
Um dos "personagens" desta nossa epopéia no "Mediterrâneo Brazuca" foi o Pedro Ribeiro, que labuta na nossa querida São João como despachante. Ao longo dos três dias o Pedro nos brindou com pérolas dignas de um dos sujeitos mais engraçados e espirituosos que conheci em toda a minha vida. Aliás coube ao Pedro encerrar o ciclo da farra gastronômica ao nos oferecer um delicioso "escardado" na noite de Sábado. E o que vem a ser "escardado"? Bem, isso é só aperitivo para uma crônica que irei dedicar ao amigo Pedro, que já está de volta à nossa querida São João da Boa Vista.
 
Alías, fica aqui o convite para os meus "parceiros de pescaria" que me encaminhem as inúmeras expressões que aprendemos com o Pedro no final de semana para que possamos juntos criar uma crônica para celebrar e eternizar os momentos que passamos juntos no Rio Paraná e que só serviram para fortalecer ainda mais a nossa Amizade e para nos provar que "excursões" como esta precisam se tornar regulares, até para que possamos quem sabe um dia voltar do Paraná carregando alguns peixes na nossa bagagem.
 
Queridos amigos (pescadores ou não): obrigado por fazerem parte da minha vida! Estejam onde estiverem, vocês moram em meu coração!!
 
Um grande abraço a todos!
 
José Ricardo B. Noronha
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho POiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Rancho Poiano 2009
Churrascaria em Bauru (Hora de voltar prá casa com o samburá cheio de boas histórias!!)


Escrito por José Ricardo Noronha às 22h10
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Tudo é lícito, mas não é tudo o que me convém

"Tudo é lícito, mas não é tudo o que me convém".  Esta passagem bíblica nos faz refletir profundamente sobre o atual e triste momento da política nacional.
 
Vimos ao longo dos últimos 6 anos emergir um novo jeito de fazer política no Brasil, onde absolutamente tudo aos olhos petistas parece lícito. Roubar é lícito, trapacear é lícito, enriquecer às custas dos cofres públicos é lícito e defender os indefensáveis é perfeitamente lícito na torta, incompreesível e insustentável teoria e prática lulistas.
 
Mensalão? Sim, comprar a plena aquiescência dos nobres deputados das mais diversas "ideologias" aos ideais e planos lulistas, tem sim um preço e vale mais pelo fim do que pelo meio.
 
Apoiar Sarney, cujo conjunto da obra de toda uma vida pública de mais de 50 anos se traduz apenas no Estado mais pobre de todo o país, tem sim fundamento lógico nos manuais heterodoxos lulistas, onde vale tudo pelo simples desejo de querer perpetuar no Brasil um jeito antigo de se fazer Política, onde os antigos Coronéis (onde pontuam Sarneys, Magalhães e Collors) apenas dão lugar a novos personagens muito pouco intelectualizados e em nada preocupados com a construção de uma nação digna e alinhada à criação de uma sociedade sustentável, onde Educação e melhores oportunidades profissionais deveriam constituir a base para o seu sucesso.
 
Ser ético não deve e não pode nunca corresponder à uma virtude humana ou à uma qualificação pessoal. Ética é obrigação! E ética em um país ainda tão carente como o Brasil, é em minha modesta visão, ter consciência do quanto podemos com os pequenos atos do nosso dia transformar este País em uma nação grandiosa e de fato preocupada em dar chances iguais, reais e verdadeiras a todos os nossos cidadãos.
 
Lula subverte a lógica da Ética ao querer incutir na cabeça dos seus milhões e milhões de eleitores que a potencial saída de Sarney implicaria em "problemas sérios para a governabilidade do País". Já abordei a incapacidade e a incompetência de Lula outras inúmeras vezes aqui neste espaço. No entanto, amadureci a idéia de que Lula não é incapaz e muito menos incompetente. Lula é sim capaz de levar adiante um plano que fora engedrado por José Dirceu & Cia há mais 2 décadas quando o PT surgiu com força no cenário nacional como o bastião da ética em um país que se via à época também mergulhado em um imenso e sujo lamaçal (qualquer semelhança é mera coincidência). Lula é sim competente, pois percebeu há muito que o seu enorme carisma especialmente junto aos mais necessitados que sobrevivem às custas das suas nada sustentáveis políticas assistencialistas, já seria o suficiente para fazer dele um dos mais populares e bem avaliados Presidentes de toda a nossa história republicana.
 
O que falta então à Lula?
 
Ética! Lula não é ético, pois a ele tudo parece lícito a despeito das claras e inequívocas provas de que quase tudo o que lhe rodeia não convém especialmente a um Presidente da República, que a princípio deveria ser o Exemplo a todo um País que legítima e democraticamente o escolheu como o seu principal mandatário.
 
Sinceramente, preocupo-me muito pouco com a relutância de Sarney em pedir a renúncia ou simplesmente se licenciar da cadeira de Presidente do Senado. No entanto, preocupo-me muito com o fato de Sarney, Collor, Renan e outros tantos Coronéis terem encontrado no nosso Presidente da República o seu grande defensor público, que usa seu carisma e inquestionável habilidade de "falar a língua do Povão" para provocar confusões e falácias que sustentem os seus "valores e princípios" nada lineares e muito menos éticos.
 
Lula vai deixar um rastro de podridão neste País, pois tudo o que ele de fato construiu o foi feito em cima de bases que não foram por ele criadas e que aliás foram por ele e seus "companheiros e companheiras" subvertidas (tenha-se em atenção a ampliação vergonhosa dos "programas sociais" criados por FHC e que em nada contribuem para o crescimento real e sustentável deste enorme número de miseráveis que hoje se contenta em viver com a "esmola" do governo lulista).
 
Penso que estamos todos equivocados em concentrar a nossa ira e a nossa vontade de ver prevalecer a Justiça sobre José Sarney. Sarney é apenas um dos tantos Dirceus e Genoínos que hoje predominam em nossa cena pública. O que precisamos mesmo é atacar a raiz do problema, e todos sabem que a raiz tem nome e sobrenome e hoje atende pela alcunha de Lula, um dos políticos mais populares e igualmente sujos de todo o mundo!
 
Abraços a todos!
 
José Ricardo B. Noronha


Escrito por José Ricardo Noronha às 18h57
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Você está preparado(a) para prosperar na Era do Conhecimento?

 "Em uma economia global, na qual a habilidade mais valiosa que você pode vender é o conhecimento, a boa educação não é mais só a trilha para as oportunidades – é pré-requisito. Três quartos das carreiras de maior crescimento hoje exigem mais do que o diploma universitário. Esta noite peço a todos que dediquem pelo menos um ano a mais ao ensino superior ou à qualificação profissional. Qualquer que seja esse treinamento, todos precisarão ter mais do que um diploma universitário."

A frase acima é de autoria do Presidente dos Estados Unidos da América Barack Obama e fez parte de um pronunciamento oficial no Congresso norte-americano no dia 24/02/2009. Tal frase reflete com precisão a importância que o novo Presidente norte-americano dá ao tema "Educação", ao qual pretende investir uma fatia bastante significativa do plano de investimentos já apresentado ao Congresso.

Vivemos em plena "Era do Conhecimento" onde o ativo mais valioso que dispomos é o nosso conhecimento. Neste cenário, o Poder Público exerce papel de fundamental importância no fomento de políticas educacionais que realmente privilegiem a Educação de boa qualidade, que se traduz em professores bem remunerados, currículos apropriados e também no acesso às inúmeras tecnologias hoje disponíveis via Web, dentre outros tópicos de igual importância. No entanto, como não podemos ficar apenas no aguardo das políticas educacionais do Estado (que como sabemos, são bastante falhas), precisamos nos reciclar. E este processo de reciclagem contínua passa por uma reflexão profunda do quanto se faz necessário buscarmos novos conhecimentos que nos permitam crescer e nos manter motivados e atualizados neste mundo cada vez mais competitivo.

"Self-development" ou auto-desenvolvimento é o nome do jogo! E isso serve também para as empresas que precisam fomentar a questão do "auto-desenvolvimento" junto aos seus funcionários. Sendo profissional da Área de Educação há mais de 10 anos, sei que isso não é tarefa fácil. No entanto, penso que sairão na frente as Empresas e profissionais que perceberem que a sua sustentabilidade e a sua longevidade dependem em enorme parcela do quanto investem em treinamento e capacitação.

Jack Welch, o lendário CEO da General Electric, defende a existência de três estágios da globalização. A primeira é a que corresponde à "globalização dos mercados" ("markets"), onde as Empresas compram ativos para vender seus produtos onde bem escolherem. A segunda corresponde à "globalização das fontes" ("sources"), que permitiu às empresas comprar ou produzir seus bens e serviços nos países mais vantajosos. E o terceiro estágio é o exatamente representado pela "globalização do intelecto da Empresa" ("globalizing the intellect of the company"), que Welch caracteriza da seguinte forma: "A globalização do Intelecto da Empresa significa usar engenheiros russos e especialistas em software indianos, não em virtude dos custos mais baixos, mas porque estes são os melhores talentos que você pode encontrar".

 

E neste mundo globalizado que vivemos, onde o conhecimento é o nosso ativo mais importante e valioso, a Internet tem um papel cada vez mais essencial na boa formação dos nossos jovens e na capacitação dos profissionais que já chegaram ao mercado de trabalho e que hoje são diariamente desafiados a criarem (e inovarem!) novos produtos, serviços, soluções, processos e estratégias que os permitam manter-se atualizados e porque não dizer "vivos" neste mundo sem fronteiras, onde a competição tornou-se verdadeiramente global e onde só terão espaço como players globais aqueles que tem de fato a competência de atuarem de forma integrada e globalizada.

Neste mesmo mundo, alguns dados curiosos merecem nossa atenção (vale assistir ao vídeo "Shift Happens" no YouTube):

  • Em breve, a China será o país número um do mundo em número de falantes de Inglês;
  • Alguns dos principais empregos / profissões atuais simplesmente não existiam em 2004;
  • Hoje estamos preparando nossos jovens para profissões que ainda não existem, e que usarão tecnologias ainda não desenvolvidas para resolver problemas que nem sequer imaginamos quais serão;
  • A quantidade de informações atualmente disponível no New York Times em apenas 1 semana representa todo o conhecimento que uma pessoa adquiria ao longo de toda a vida no Século XVIII;
  • A quantidade de informações técnicas dobra ano a ano, o que significa que para alunos que estão iniciando agora sua graduação, já no terceiro ano na faculdade terão desatualizados os conhecimentos adquiridos no 1o ano da graduação.

Enfim, dados que demonstram que Obama está correto em apostar boa parte das suas fichas na Educação, pois somente ela poderá criar o diferencial competitivo requerido nesta Era do Conhecimento!

Sou realmente apaixonado pelo tema Educação e tenho absoluta convicção de que a Educação de boa qualidade (aliada às infinitas potencialidades da Internet), será a divisora de águas entre os profissionais, empresas e países que irão prosperar neste mundo mutante e globalizado que vivemos. Legal mesmo seria ver o nosso querido Brasil dando à Educação o papel de destaque que ela merece. 

Aliás, é com imensa satisfação que compartilho com os amigos e amigas que me prestigiam com a leitura dos meus textos e crônicas que em Agosto darei início ao meu MBA Executivo Internacional na FIA aqui em São Paulo, onde tenho certeza irei ampliar significativamente os meus conhecimentos e dar continuidade à minha mais que declarada paixão pela descoberta de novos conceitos e idéias no fascinante mundo do "management".

Um grande abraço a todos!

José Ricardo B. Noronha


Escrito por José Ricardo Noronha às 08h16
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Tax Freedom Day!!

Nesta semana que agora se inicia temos um grande acontecimento a celebrar! Trata-se do "Tax Freedom Day", que nada mais é o dia em que todo o brasileiro médio deixa de trabalhar para pagar seus impostos. Ou seja, aqui no Brasil, trabalhamos exatos 137 dias por ano única e exclusivamente para pagar impostos. Impostos estes que são devida (e em especial indevidamente) utilizados pelos nossos Governos Municipais, Estaduais e Federal para cumprir (!) com uma série de obrigações constitucionais que lhes são conferidas.
 
Os grandes meios de comunicação (Jornais, TV, Rádio e Internet) deram hoje enorme destaque a iniciativas pontuais nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, onde quatro postos ofereceram gasolina a R$ 1,46 o litro, contra o valor normalmente praticado na faixa de 2,40, o que representa um desconto da ordem de 40%. Trata-se, sem sombra de dúvidas de uma iniciativa mais que louvável, pois estes 40% se referem exatamente à diferença representada pelos impostos incidentes sobre os combustíveis. Outra distorção tributária inexplicável é a dos remédios, onde pagamos em média 35% de impostos sobre cada medicamento que compramos.
 
Importante frisar que sou absolutamente favorável à cobrança de impostos, pois eles são fundamentais para o custeio da máquina administrativa que tem como objetivo de existência maior a prestação de serviços dignos à sua população. No entanto, é preciso que se diga que a cobrança de impostos deve necessariamente gerar uma contrapartida do governo que recolhe com absurda competência um volume inacreditável de recursos, para na sequência nos devolver muito pouco ou quase nada.
 
No entanto, o que se vê é literalmente uma farra com o dinheiro público. Homens públicos nefastos e incompetentes nadam de braçada no nosso mais que suado dinheirinho. É Presidente que comanda o Mensalão, é Governadora que rouba o dinheiro público na cara dura para a compra da sua casa, são ex Presidentes que ainda mandam no País, são Deputados e Senadores - que além de já terem amealhado patrimônios inacreditáveis somente tendo atuado ao longo da vida em cargos públicos (que a princípio não propiciam o enriquecimento) - que fazem e acontecem com o dinheiro público, são Deputados Estaduais e Vereadores que nada legislam e muito se beneficiam das incríveis verbas extras de gabinete para ternos (!), carros, pessoal de apoio, correios (!) etc etc etc. Está aí sem sombra de dúvidas, queridos amigos, a explicação mais veemente e inconteste do porquê a cada ano que passa pagamos mais impostos e na mesma direção temos acesso cada vez mais precário aos serviços públicos que teriam de ser prestados de forma fantástica face à incrível disponibilidade de dinheiro nas três esferas das administração pública.
 
Hoje mesmo pela manhã, tive uma reunião no combalido (mas ainda belo) Centro de São Paulo, onde está instalado o Impostômetro. Por volta do meio dia, ele já cravava a marca de quase R$ 400 bilhões recolhidos em impostos apenas no ano de 2009. Todas as vezes que lá passo, me sinto um verdadeiro palhaço, pois a despeito da minha absoluta repugnância destes Políticos desonestos que hoje dominam a nossa cena pública, sinto que nada posso fazer para mudar todo este estado de coisas que se arraigou em nossa sociedade. Sou um cidadão de bem, que paga rigorosamente todos os impostos em dia, que não compra nada pirata, que busca ser ético em todas as relações profissionais e pessoais e que infelizmente no final do dia se sente um cretino, um palhaço, um tonto!
 
Sinto-me envergonhado toda vez que ouço os disparates do nosso Presidente. Em uma semana, defende as passagens aéreas dos nobres congressistas. Em outra, faz piada inoportuna (e desprovida de qualquer fundamento histórico) acerca da presença da comunidade turca no Brasil. Em outra, deixa no ar um desejo mais que consciente e absurdamente perigoso de seguir adiante com um terceiro mandato. Em outra, prega a continuidade da sua folia turística ao redor do mundo. 
 
Sim, são sentimentos tristes. Desconfiança. Tristeza. Decepção. E infelizmente falta de Esperança!
 
E Esperança é algo fundamental para forjar o sucesso de um País. E hoje a grande Esperança é infelizmente somente concentrada naqueles coitadinhos que compõem a base da nossa pirâmide social e que devidamente domados por políticas assistencialistas (que só o farão regredir na vida) acreditam que com Lula e sua turma no Poder irão ter acesso a cada vez mais benefícios (bolsa família, bolsa leite, bolsa gás, bolsa geladeira, bolsa, bolsa, bolsa...).
 
Tenho absoluta convicção da força, do preparo, da criatividade e da competência do Brasileiro para fazer do Brasil um País de Primeiro Mundo. E falo isso sem demagogia alguma! A dicotomia está no fato da minha profunda crença no Brasil bater de frente com a minha absoluta incredulidade a respeito dos nossos homens públicos que só nos fazem regredir. Aos defensores de Lula e seus bandidos amestradros, fica a mensagem: O Brasil cresce sim! Mas cresce muito menos do que poderia e do que deveria! E o Brasil tem seu brilho sim! Mas o brilho se deve muito mais à competência de grandes empresas e grandes brasileiros do que a do Governo Lula que em nada contribui para o crescimento sustentável de uma população em sua grande maioria ainda pobre e carente (sem Educação de qualidade nunca chegaremos a lugar algum!!!).
 
Por último, para aliviar um pouco a tensão provocada pelo desgosto diante de tantas notícias tristes, eu compartilho com os amigos e amigas algumas fotos de uma viagem recente à linda Londres, que também teve seu mundo político dominado por nuvens ainda mais espessas que o já tradicional fog londrino e que foram provocadas pelo escândalo dos Deputados que também se viram metidos em situações pouco convencionais de utilização do dinheiro público. A diferença é que lá o Presidente da Câmara dos Comuns renunciou ao seu cargo, em um ato sem precedentes nos três últimos séculos do Reino Unido.
Legal será o dia que que comemorarmos o Bad Politicians Freedom Day!!!
 
Um grande abraço e uma ótima semana a todos!
 
José Ricardo B. Noronha
Houses of Parliament
Houses of Parliament / Big Ben
Houses of Parliament (vista da London Eye)
Guarda Real
Trafagal Square (em frente à National Gallery)
Buckingham Palace
Hyde Park
British Musuem
British Museum
Partes do Parthenon!
Southwark Cathedral (Construída há mais de 1.400 anos)
London Bridge
Rosetta Stone
Windson Castle (Go GlobalEnglish, Go!!!!)
Windsor Castle



Escrito por José Ricardo Noronha às 17h48
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Sérgio Moraes para Presidente!

Os poucos brasileiros que têm acesso à "boa informação" têm se espantado com as declarações prá lá de polêmicas do Excelentíssimo Deputado Sérgio Moraes do PTB do Rio Grande do Sul. Preciso lhes confessar que nada, absolutamente nada, do que ele fala me causa estranheza. Pelo contrário, me sinto obrigado a dizer que admiro a coragem deste cidadão. Não se pode negar que há muito não se via alguém falar com tamanha legitimidade e impressionante sinceridade como o nobre Deputado dos Pampas Gaúchos Sérgio Moraes. Moraes é a cara do Brasil Lulista! E faz questão de asseverar a sua posição de grande defensor dos nobres colegas Deputados e de atacar com unhas e dentes esta "imprensa tendenciosa" que ultimamente tem tentado de todas as formas possíveis desqualificar o nosso tão fabuloso e representativo Poder Legislativo.
 
Sérgio Moraes foi eleito pelo Povo, o que lhe dá legitimidade e autonomia de bem representar o interesse deste mesmo povo que o elegeu. Desta forma, não podemos dizer que Moraes está equivocado ao dizer em alto e bom som que está pouco se lixando com o que pensa a opinião pública, pois sabe que eleição após eleição ele voltará à Brasília ou à sua cidade natal carregado pelos braços do Povo (que talvez na visão do Deputado não faça parte desta "Opinião Pública" a que ele tanto se refere). Ele também está correto ao afirmar que nada irá desconstruir a honra, o moral e os bons princípios dele e de seus demais colegas da principal Casa Legislativa do País. Como ele fez questão de reforçar, a imprensa pode bater nele e em seus pares o quanto quiser, pois na próxima eleição eles lá estarão novamente, carregados e ovacionados pelos votos do povo brasileiro. Verdade absoluta!
 
O foco principal de mais um escândalo que esta imprensa suja tenta criar está no fato do ex-proprietário de uma Casa de Prostituição e atual membro do Conselho de Ética da Câmara Sérgio Moraes ter se transformado no defensor público do Deputado mineiro Edmar Moreira (atualmente sem partido), homem de reputação ilibada e de gostos requintados o suficiente para construir em Minas Gerais um Castelo que lembra (pouco, mas lembra!) os mais belos castelos europeus. Moraes não vê irregularidade alguma no fato do seu amigo Moreira ter utilizado a verba de gabinete para pagar serviços de segurança pessoal. Moraes está correto também ao afirmar que estamos perdendo tempo com estas "picuinhas", pois o seu amigo Moreira já "pagou por tudo o que tinha que pagar" (sic).
 
Definitivamente não acho correto a Imprensa crucificar o Deputado Moraes pelas suas defesas contundentes na Câmara dos Deputados, assim como também não acho certo esta mesma Imprensa, ainda que de forma bastante tímida, atacar um discurso recente do Presidente Lula onde ele se juntou ao Excelentíssimo Deputado Ciro Gomes (PSB/CE) na defesa da manutenção das generosas cotas de passagens aéreas concedidas aos Deputados e Senadores (incluindo aí familiares, amigos etc).
 
Sérgio Moraes é o "Lula da Câmara dos Deputados". Fala o que pensa, adota um padrão heterodoxo de "homem público" e age como se fosso dono do mundo. Um mundo que infelizmente se viu contaminado por uma imprensa suja, tendenciosa e muito pouco interessada em dar o valor devido aos inestimáveis serviços públicos que Lulas, Malufs, Collors, Renans, Dirceus, Delúbios, Silvinhos, Martas, Sarneys, Calheiros, Magalhães e outros tantos têm prestado a esta nação tupiniquim.
 
Por isso mesmo eu acredito que nós cidadãos de bem precisamos lançar um novo movimento no Brasil para lançar a candidatura do Nobre e Excelentíssimo Senhor Deputado Sérgio Moraes à Presidência da República. Tenho certeza de que em seu mandato não faltará diversão para os homens dados aos "prazeres pecuniários" da noite e telefone de graça até para serviços de Disque Sexo. Como vice, proponho o Deputado Edmar Moreira, que tenho convicção fará o impossível para fazer do Brasil um país verdadeiramente nobre, onde castelos serão acessíveis a todos. E o Lula, hein? Diante da impossibilidade de um terceiro mandato, seria fabuloso ter Lula como Ministro do Turismo, pois ele seria o homem público ideal e mais tarimbado a dar ao brasileiro a possibilidade de viajar mundo afora com o nosso dinheiro público.
 
Já posso ver e ouvir o povo cantando Brasil afora o jingle da campanha: "Com Moraes no Poder, não vai faltar Prazer!!".
 
Abraços a todos!
 
José Ricardo Noronha


Escrito por José Ricardo Noronha às 19h55
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New technology allows companies to transform English skills at all levels

http://tinyurl.com/crbgfa

INTERNATIONAL. GlobalEnglish Corporation, the leading provider of on-demand learning and support for business English communication, is helping leading Middle East companies like Emirates Bank, Saudi Aramco, Naizak, DP World and Dubai Municipality take a fast track to English language proficiency.

The US company says there are several factors leading to increased demand for employees participating in its business English training programme, including the high percentage of economically-active youth population, and the trend for local companies to become more globalised.

Saudi Aramco, the world’s largest oil company, for example builds the GlobalEnglish course into its college preparation programmes and core training programme for senior managers. Later, it is planning to extend the use of GlobalEnglish to more senior managers.

“There are companies such as Dubai Ports World, which are becoming global players and this is a significant change from a decade ago. The region is also seeing a lot of FDI in finance and banking, which is contributing to the global business environment,” said Mahesh Ram, the company’s Vice President of Worldwide Business Development and Corporate Sales Director.

Many organisations are realising the ability of their talent to provide excellent client service on an international scale is the key to reaching our global expansion goals. And for them, GlobalEnglish gives a competitive edge. The company supplies a cost-effective and consistent training solution for building a flexible, global workforce equipped with the English communication skills needed to conduct business globally.

Employees of corporate customers get access the GlobalEnglish Corporate Learning Service, which provides complete support, from assessment, to skill development, to customised on-the-job performance support. English is taught in the context of relevant business situations, and the skills are immediately applicable on the job.

Workforce nationalization laws, to increase participation of national citizens, is putting pressure on the skills base of the local population. This is occurring at the same time as multinational companies are having a greater say in the Middle East economies. GlobalEnglish says that there is still a lack of world-class English teaching in the education system regionally, which is also pressing companies and employees to brush up on their English skills. These base skills are variable according to the country as well as the individual candidate, the company says.

“The speed to reach competency varies on the existing skills,” said Ram. “The point about our technology is that it allows the learning to happen in real time, at any time of their convenience. Our tools and technologies go right to the desktop.

“We are about learning by doing, not just sitting back in a classroom. In a classroom situation, the time for the student to speak is just about three to four minutes of talking and the production of language.”

Ram adds that the GlobalEnglish is working with over 500 companies in over 20 countries where it has a physical presence. The focus is very much on large global companies and about the sharp end of how companies can do business in English.

The Middle East is one of the growth hotspots for English language training, along with China, Brazil, Central & Eastern Europe among other emerging markets. The company says that 85% of its students complete the full course, compared to 50% on other programmes.

“Our customers tell us that these new skills make an immediate difference in speaking with customers on the ‘phone. For example, bank tellers have seen a remarkable increase in their confidence level and cultural awareness,” said Ram.

“This gives people the confidence to produce.”

Executives from DHL, Halliburton, ArcelorMittal, Halliburton, IBM, Neoris, PricewaterhouseCoopers and Unisys, among many others, have shared how they are successfully addressing their global learning needs in today's challenging economy. More and more Middle East firms also are reducing costs and creating a competitive advantage in the global marketplace through the development of English communication skills.

GlobalEnglish is the leading provider of online assessment, learning, and support for business English communication for the world's top companies. The GlobalEnglish Corporate Learning Service provides learners with a unique blend of rich course content, progress assessment, and performance support. The service also offers live, real-time access to qualified English teachers 24 hours a day, 7 days a week via voice and text. And a complete suite of administration tools helps companies easily manage, measure, and track performance across the organization.

GlobalEnglish complements its world-class online Corporate Learning Service with a full range of implementation services, including a team of global consultants who partner with clients to ensure success.

GlobalEnglish is the preferred choice of the world's largest companies, including BNP Paribas, Capgemini, Cisco, Deloitte, Deutsche Telekom, GSK, Hewlett-Packard, Hilton, John Deere, Procter & Gamble, Reuters, Unisys, and Wyeth.

For more information, visit www.GlobalEnglish.com



Escrito por José Ricardo Noronha às 14h42
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CPM Braxis economiza 70% com capacitação a distância no idioma Inglês

A semana passada foi extremamente especial para todos nós da GlobalEnglish aqui no Brasil. Realizamos pela primeira vez em nossa história o Evento "GlobalExchanges", onde tivemos palestras de alguns dos nossos maiores clientes locais como CPM Braxis e também de grandes clientes globais que utilizam a nossa solução corporativa de Inglês Online em todo o mundo, como: Arcelor Mittal, Halliburton, IBM, Neoris, PwC e Unisys.
 
Fomos prestigiados com a presença dos nossos principais clientes no Brasil e também por uma série de futuros clientes que tiveram a oportunidade de trocar experiências, compartilhar desafios e principalmente falar dos grandes benefícios colhidos na implementação da GlobalEnglish, onde merecem destaque o aumento da produtividade obtida através da melhoria das habilidades de comunicação em Inglês de Negócios e a significativa economia sobre os métodos tradicionais, que se apresentam como uma solução pouco escalável, não mensurável e cara, ou seja, em absoluto descompasso com o que buscam grandes empresas que têm centenas e milhares de profissionais para capacitar em Inglês.
 
Neste cenário, a Computerworld colheu em uma uma entrevista com a Silvia Itokazu, Gerente Global de RH da CPM Braxis, dados muito sólidos sobre a experiência desta que é a maior empresa brasileira de TI com a GlobalEnglish, onde recentemente ampliamos e estendemos o nosso contrato.
 
O link da reportagem ("CPM Braxis economiza 70% com capacitação a distância no idioma Inglês") está abaixo:
 
 
Compartilho também com todos o Press Release que fala exatamente sobre esta recente ampliação do contrato da CPM Braxis conosco:
Link para o Press Release em Inglês:
Go GlobalEnglish, Go!!!
Um grande abraço a todos!
 
José Ricardo B. Noronha


Escrito por José Ricardo Noronha às 11h30
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O alto custo da política demagogo-populista

Acabo de retornar de uma deliciosa e curta viagem à linda Buenos Aires, onde onde passei o último final de semana com a Evelise. A despeito das profundas e reiteradas crises que promoveram o claro empobrecimento da população, Buenos Aires continua linda!
 
No entanto, é muito triste percebermos o quanto um País sofre e regride em virtude dos desacertos, irresponsabilidades, planos heterodoxos e populistas colocados em prática por seus líderes máximos. Muito embora já tenha abordado este assunto há algum tempo aqui no Blog, penso que vale a pena revisitá-lo tendo em atenção principalmente os triunfos recentes e esmagadores destes líderes populistas, demagogos, desmiolados e patéticos por toda a América Latina.
 
A Bolívia hoje sofre nas mãos de Evo Morales, que inclusive peita o Brasil sem dó nem piedade ao se negar a cumprir o que está estabelecido contratualmente com empresas brasileiras lá instaladas. A Venezuela, em pleno século XXI, vê e corrobora com o crescimento de um líder emergente que prega o Socialismo e a adoção de uma "República Bolivariana". Já o Equador tem em Rafael Correa outro líder populista e que, talvez encorajado pelos atos de seu também desmiolado colega boliviano, ultimamente deu também para peitar o Brasil. Já a Argentina que já sofre há algum tempo com seguidos governos populistas onde se destacam (negativamente frise-se!) Menem e o casal Kirchner, também decidiu peitar o Brasil ao elevar os impostos de produtos aqui produzidos e para lá exportados. E o Brasil nisso tudo, vai ficar quieto?
 
O Brasil, país mais importante e estratégico de toda a América Latina, tem além de um líder demagogo e populista, o personagem ideal para ser humilhado pelos colegas latino-americanos. Lula que não custa lembrar fomentou sua vida política sempre calcado em valores socialistas (muito embora eu tenha seríssimas dúvidas se Lula realmente sabe o que foi o Socialismo, dada à sua aversão explícita e pública pela leitura e pelo entendimento dos grandes fatos da história do mundo), é o pateta perfeito que faltava para fazer da América Latina a seara mais fértil para a emergência de líderes populistas e completamente descolados da lógica de desenvolvimento sustentável do mundo. São líderes patéticos que só pensam em si mesmos e em seus grupos de poder.  
 
Quando nos deparamos com Zé Dirceu coordenando a campanha presidencial da Dilma, com Collor (sim elle mesmo!) como Presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado (onde serão aprovadas as contas do PAC - talvez pura coincidência ...), com o Senado e Câmaras Estaduais e Federal recheadas de Diretorias e Secretarias inúteis, com escândalos em série e com outras tantas aberrações que só o Brasil parece ter capacidade de produzir, entendemos melhor o porquê de o Governo Lula ser talvez o mais conveniente de toda a nossa história republicana.
 
Temos um Presidente que não governa e legisla mal e equivocadamente (não é essa sua função). Temos um Legislativo que não precisa legislar, pois tal responsabilidade já fora transferida para o Executivo que governa através de MP's. E, por último, temos também um Judiciário pronto a dar liberdade aos corruptos e a permanecer com os olhos vendados à profusão dos atos de corrupção em todas as instâncias da nossa política e da nossa sociedade. Enfim, mistura perfeita onde pouquíssimos ganham e outros muitos (nós queridos amigos!!!) ficam de mãos atadas sem saber o que fazer diante de tanta patifaria.
 
2010 se aproxima! Se aproxima também uma nova oportunidade de promovermos se não uma limpeza completa na nossa Política, o início de uma mudança sustentável com líderes verdadeiramente preocupados em desenvolver o País e não o de criarem um enorme contingente da população sustentado por políticas "sociais" que os transforme em "massa de manobra" desta turma irresponsável e muito pouco (ou quase nada) focada em criar um País desenvolvido!
 
Volto a defender a nossa iniciativa privada, que tem líderes e profissionais absurdamente competentes. Volto a enaltecer o brilhantismo e a capacidade de superação da nossa população. Reitero também a crença de que são poucos os países do mundo que têm um potencial tão gigantesco de se tornarem grandes potências globais como o Brasil. Reforço também as incríveis reservas de commodities e a fantástica  capacidade de produção da agricultura nacional. O que nos falta? Perdoem-me a sinceridade, mas penso que nos falta vergonha na cara. Sim, nos falta vergonha na cara pois continuamos a assistir este show de horrores sem nos mexer e sem qualquer mobilização (pequena que seja!).
 
O Brasil não pode ficar prá trás! Já sofremos demais com tantos políticos desonestos e nefastos. Tenho certeza de que há tempo, espaço e as competências necessárias para desenvolvermos juntos as bases de um País muito mais justo e próspero para as nossas futuras gerações. Como poderemos fazer isso?
 
Abraços,
 
José Ricardo B. Noronha

 

P.S.: Abaixo compartilho algumas fotos da fantástica viagem a Buenos Aires, onde comemorei o 10o aniversário do meu casamento com a Evelise!!

Esquina Carlos Gardel - um belíssimo show de tango!
Casa Rosada
Casa Rosada
A minha linda Evelise!
Catedral Metropolitana de Buenos Aires - Obrigado São José pelas inúmeras graças na nossa vida!
Cemitério da Recoleta - Túmulo de Evita Peron
Eu e a Evelise em Puerto Madero
Eu, a Evelise, o Ju KBça e a Dani. É São João da Boa Vista invadindo o mundo!
Uma linda obra em El Caminito!
Na Plaza San Martin, uma exposição super interessante de ursos que representam vários países do mundo. Este é o cubano!
Esquina Carlos Gardel
Galerias Pacífico


Escrito por José Ricardo Noronha às 19h47
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GlobalEnglish é destaque na ABC TV!!

E a GlobalEnglish não pára de crescer e de receber da mídia especializada um grande destaque pelo ótimo trabalho que tem desenvolvido junto aos seus clientes corporativos!

Agora foi a Rede de TV norte-americana ABC (uma das maiores do mundo) que veiculou uma entrevista com a nossa Diretora de Marketing Danielle M. Busack, onde ela fala dos novos e fantásticos recursos que colocamos recentemente à disposição dos nossos milhares e milhares de usuários no mundo (no Brasil são mais de 25.000!!) e sobre os grandes benefícios que os nossos clientes têm obtido através da utilização da solução corporativa da GlobalEnglish, onde merecem destaque o aumento da produtividade obtida pela melhoria das habilidades de comunicação em Inglês e da brusca redução de custos com Ensino Presencial, pontos cruciais em tempos mais desafiadores como os que agora enfrentamos!

Link para a Entrevista: http://abcnews.go.com/Video/playerIndex?id=6960987

Go GlobalEnglish, Go!!!

Abraços a todos,

José Ricardo B. Noronha

 As we ‘globalize’ the world, the mainstream media is taking notice!!
 
Yesterday, GlobalEnglish was featured on ABC News Now’s “Ahead of the Curve” segment with an extensive interview with our Director of Marketing Danielle Miguez Busack!  (ABC is one of the major U.S. television networks and this is their cable division).  “Ahead of the Curve” features insights into new and innovative technologies that are changing the way people work and live.  Past episodes featured topics such as Twitter, Facebook, Identity Theft, etc.  We were featured this week!

Go GlobalEnglish, Go!!!



Escrito por José Ricardo Noronha às 19h43
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